Olhando nos teus olhos: quem é que você tem ferido? Com teus resultados ruins, com tuas críticas, com o teu dedinho sempre apontado. Aquilo que machucou você está machucando a tua descendência. Existe um caminho, e eu vou te levar por ele no dia 16.
Vive crítica, dedinho apontado, palavras que cortam. Acusa, cobra, julga. Diz que é "sincera demais", mas no fundo é a dor antiga falando alto. Quem chega perto leva uma ferpa.
Boicota o próprio sucesso. Sabota o próprio relacionamento. Resultados ruins, decisões erradas, ciclos que se repetem. Não é falta de capacidade, é fratura emocional não tratada.
Em ambos os casos, a raiz é a mesma:
Aquilo que você sofreu de pai e de mãe está comandando a tua vida hoje.
A tua maior obra é se tornar a mulher que interrompe a dor da família.
Onde elas nasceram, como elas se manifestam hoje, e como cada uma está sabotando uma área da sua vida.
Princípios espirituais e emocionais que destravam o que o autoconhecimento sozinho não destrava.
Quem você foi feita pra ser antes de carregar todos os "deveria". A mulher que estava lá antes da dor.
Os mecanismos invisíveis pelos quais a dor não tratada vaza no relacionamento, na maternidade, na amizade.
O paradoxo que liberta: você só interrompe a dor quando consegue olhar pra quem feriu com amor e respeito.
O que muda na tua descendência, no teu casamento, na tua história quando você decide ser a primeira a parar.
Mentora de milhares de mulheres, esposa, mãe e empresária. Eu também já fui uma mulher ferida que feria. Quando entendi isso, escolhi caminhar a jornada de cura. Hoje, levo outras mulheres por esse caminho com as mãos abertas.
Bloqueia teu sábado, dia 16. Compra um caderno bem bonito. Eu vou caminhar segurando a tua mão até você escrever uma nova história, feliz, linda, cheia de bons resultados. Único sábado.
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